quinta-feira, 1 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Comunicado à população

SECÇÃO DO TORRÃO
Comunicado à População
Comunicado à População
QUATRO ANOS DE DESENVOLVIMENTO COM O PS CONTRA TRINTA E UM ANOS DE ESTAGNAÇÃO COM A CDU
- O “amor” à terra que alguns anteriores candidatos da CDU afirmaram nutrir para o nosso Concelho, verificou-se no cedo abandono dos cargos que passaram a deter na oposição, por estes não serem rentáveis do ponto de vista da sua ocupação. Terá, acaso, sido o desgaste de quem tudo queria “apanhar” á boca cheia e no seu desespero, ao verificar que afinal o poder é do povo e não de quem pensava possui-lo “eternamente”; só assim encontrou uma solução, fugir de vez? Quem o fez por razões de saúde, fê-lo no círculo do respeito pela própria condição humana, a cuidar-se e a tratar-se, á luz de uma esperada e rápida recuperação. No entanto, quem o fez para ir ganhar mais que o actual Presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, fê-lo à luz daquilo que é visível a todos que queiram fazer uma avaliação correcta do comportamento e das atitudes de algumas pessoas;
- Pois quem desde muito cedo abandonou o barco, fez em 2005, aquando da sua candidatura á própria Presidência da Câmara Municipal de Alcácer do Sal e em respectiva campanha, tais promessas á população, que nem o próprio Deus, coitado todo o poderoso, jamais teria sido capaz de as executar na sua omnipotência, nos quatro anos que se seguiriam. Pelo que isto só pode revelar uma coisa muito simples e óbvia: um absoluto desrespeito por toda a nossa população;
- Embora a Idade Média já tenha ocorrido há algumas centenas de anos, esse período das trevas, e da “caça ás bruxas”, onde uma espécie de irracionalismo reinava e se perpetuava, ocultando a clareira da própria racionalidade humana que jamais poderia ser livre para poder, em definitivo, ser capaz de retirar a própria condição humana de miséria em que se encontrava submersa e imunda, porque quem mandava e reinava, à altura, não o permitia nem jamais o admitiria, opondo-se constante e permanentemente ao desenvolvimento das próprias condições de vida de todo o género humano. Pois também assim, alguns foram os que durante anos a fio por entre as nossas gentes, queriam que estas se mantivessem sempre quietinhas, para que nada de melhor pudesse acontecer entre nós, sem qualquer devolução ás suas gentes, de alguma esperança de que algo mudaria em definitivo, e para o bem de todos, sem “cortinas de ferro”, nem amarras. E viu-se mesmo nestes últimos quatro anos que se passaram. Sempre que se tratava de se aprovar, numa simples votação, algum projecto importante e de bem para todos nós, apenas com o único fim ao desenvolvimento da nossa terra; logo fervorosamente se opuseram ou absteram, inviabilizando quase tudo. E só mesmo outras vezes não o fizeram, porque não tinham outra saída, dado que pareceria muito mal e ficariam mesmo muito expostos para serem mal vistos perante toda a população;
- E já se estão a ver os resultados. Bastou um pouco de luz e de alguma esperança para que uma “ pequena grande revolução” operada entre nós servisse para recolocar o Torrão no mapa. Vejam – se alguns breves exemplos, sem exageros nem deformações, e depois quem tem um pouco de massa cinzenta, bastará só retirar as suas próprias conclusões. Uma nova escola vai ser erguida para os nossos jovens, ao serviço das nossas famílias. As obras para o Lar da Santa Casa da Misericórdia do Torrão estão prestes a começar, para melhor servir os nossos idosos. Na saúde, também a intenção da colocação real de dois médicos para nos servir a todos. Arranjo de estradas e vias na nossa freguesia que se encontravam na última, à luz do que só acontece nos países do terceiro mundo, e que não serviam nem mesmo sequer a população residente nas aldeias da nossa freguesia. Também no âmbito da cultura foram tomadas novas iniciativas que jamais tinham sido levadas a cabo, com a participação efectiva de toda a população, como por exemplo, a Feira Medieval que vingou e se repetiu num grande crescimento da sua própria dimensão de evento recreativo cultural e histórico. E que foi capaz de atrair novas pessoas e turistas, vindos de fora para melhor conhecerem a nós e à nossa terra, apreciando a beleza natural. Portanto, como vêm, o PS fez mesmo alguma coisa ainda mesmo que só em quatro anos e num cenário de uma grave crise nacional e internacional que todos conhecemos. Talvez não tenha sido assim tão pouco, como alguns ainda pretendem afirmar, para quem durante 31 anos a fio, comparados a só quatro anos de uma mudança como nunca antes se vira, sempre controlou e dominou intolerantemente os nossos destinos e sem nos oferecer a todos uma visão de estratégia capaz de nos beneficiar e colocar na agenda, pelo respeito de um povo que se quer e se exige mais autodeterminante e lutador, para vencer as suas batalhas e se opor ás suas dificuldades inerentes.
- Pois quem desde muito cedo abandonou o barco, fez em 2005, aquando da sua candidatura á própria Presidência da Câmara Municipal de Alcácer do Sal e em respectiva campanha, tais promessas á população, que nem o próprio Deus, coitado todo o poderoso, jamais teria sido capaz de as executar na sua omnipotência, nos quatro anos que se seguiriam. Pelo que isto só pode revelar uma coisa muito simples e óbvia: um absoluto desrespeito por toda a nossa população;
- Embora a Idade Média já tenha ocorrido há algumas centenas de anos, esse período das trevas, e da “caça ás bruxas”, onde uma espécie de irracionalismo reinava e se perpetuava, ocultando a clareira da própria racionalidade humana que jamais poderia ser livre para poder, em definitivo, ser capaz de retirar a própria condição humana de miséria em que se encontrava submersa e imunda, porque quem mandava e reinava, à altura, não o permitia nem jamais o admitiria, opondo-se constante e permanentemente ao desenvolvimento das próprias condições de vida de todo o género humano. Pois também assim, alguns foram os que durante anos a fio por entre as nossas gentes, queriam que estas se mantivessem sempre quietinhas, para que nada de melhor pudesse acontecer entre nós, sem qualquer devolução ás suas gentes, de alguma esperança de que algo mudaria em definitivo, e para o bem de todos, sem “cortinas de ferro”, nem amarras. E viu-se mesmo nestes últimos quatro anos que se passaram. Sempre que se tratava de se aprovar, numa simples votação, algum projecto importante e de bem para todos nós, apenas com o único fim ao desenvolvimento da nossa terra; logo fervorosamente se opuseram ou absteram, inviabilizando quase tudo. E só mesmo outras vezes não o fizeram, porque não tinham outra saída, dado que pareceria muito mal e ficariam mesmo muito expostos para serem mal vistos perante toda a população;
- E já se estão a ver os resultados. Bastou um pouco de luz e de alguma esperança para que uma “ pequena grande revolução” operada entre nós servisse para recolocar o Torrão no mapa. Vejam – se alguns breves exemplos, sem exageros nem deformações, e depois quem tem um pouco de massa cinzenta, bastará só retirar as suas próprias conclusões. Uma nova escola vai ser erguida para os nossos jovens, ao serviço das nossas famílias. As obras para o Lar da Santa Casa da Misericórdia do Torrão estão prestes a começar, para melhor servir os nossos idosos. Na saúde, também a intenção da colocação real de dois médicos para nos servir a todos. Arranjo de estradas e vias na nossa freguesia que se encontravam na última, à luz do que só acontece nos países do terceiro mundo, e que não serviam nem mesmo sequer a população residente nas aldeias da nossa freguesia. Também no âmbito da cultura foram tomadas novas iniciativas que jamais tinham sido levadas a cabo, com a participação efectiva de toda a população, como por exemplo, a Feira Medieval que vingou e se repetiu num grande crescimento da sua própria dimensão de evento recreativo cultural e histórico. E que foi capaz de atrair novas pessoas e turistas, vindos de fora para melhor conhecerem a nós e à nossa terra, apreciando a beleza natural. Portanto, como vêm, o PS fez mesmo alguma coisa ainda mesmo que só em quatro anos e num cenário de uma grave crise nacional e internacional que todos conhecemos. Talvez não tenha sido assim tão pouco, como alguns ainda pretendem afirmar, para quem durante 31 anos a fio, comparados a só quatro anos de uma mudança como nunca antes se vira, sempre controlou e dominou intolerantemente os nossos destinos e sem nos oferecer a todos uma visão de estratégia capaz de nos beneficiar e colocar na agenda, pelo respeito de um povo que se quer e se exige mais autodeterminante e lutador, para vencer as suas batalhas e se opor ás suas dificuldades inerentes.
DIA 11 DE OUTUBRO
VAMOS VOTAR NO PROGRESSO DO NOSSO CONCELHO E DA NOSSA FREGUESIA
VAMOS TODOS VOTAR PS
VAMOS VOTAR NO PROGRESSO DO NOSSO CONCELHO E DA NOSSA FREGUESIA
VAMOS TODOS VOTAR PS
SAUDAÇÕES SOCIALISTAS
domingo, 27 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Resumo da sessão de apresentação das candidaturas do Partido Socialista aos órgãos autárquicos
Foi num ambiente descontraído, cheio de alegria e vivacidade - à semelhança do que ocorrera em Alcácer do Sal - e bastante concorrido que decorreu a apresentação dos candidatos do Partido Socialista à Assembleia de Freguesia do Torrão bem como dos candidatos à Assembleia e Câmara Municipal.
A sessão começou com um momento de descontração antes dos discursos da praxe, ao som da música de Abel Fava.
Passando à parte política, Duarte Faria actual Presidente da Assembleia Municipal e de novo cabeça de lista à mesma, iniciou a série de discursos. Começando por, enumerar as medidas mais emblemáticas realizadas durante estes quatro anos, e que enumerou e classificou como «7 maravilhas», referindo a estratégia de desenvolvimento adoptada, o reforço da prestação de cuidados de saúde, os lares de idosos, etc. Fez referência à obra de requalificação da Estrada que liga o Torrão às Alcáçovas e a Odivelas, ao arranque da construção do Centro Escolar do Torrão, prometido vai para quinze anos, à redução do IMI e da Derrama. Depois de concluir aquela que para si é a sétima maravilha, Duarte Faria tirou uma oitava maravilha da cartola, uma maravilha de nome Décio Fava pela sua entrega, abnegação e total disponibilidade, despendendo muitas das suas energias em prole do bem-comum; falando em seguida de outras candidaturas cuja estratégia se centra no imobilismo e no andar para trás.
O senhor que se seguiu foi Eduardo Cabrita, actual Secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, que entre outras coisas, alertou para a catástrofe que seria para o Litoral Alentejano, em particular para o concelho de Alcácer do Sal e para a Freguesia do Torrão, englobada neste concelho, a vitória do PSD no dia 27 de Setembro e a ascenção de Ferreira Leite à chefia do Governo que vai dando sinais preocupantes de querer travar o investimento até agora realizado em várias áreas estratégicas. Salientou ainda que é absolutamente crucial a vitória do PS nas Autárquicas de 11 de Outubro pois a CDU, força do passado, do imobilismo e do isolacionismo não está à altura do enorme desafio que Alcácer e o Torrão terão pela frente nos próximos anos.
Pedro Paredes, que também se recandidata de novo, dando ênfase aos anteriores oradores, refere que é muito importante a vitória do PS nas legislativas, pois é importante «manter os canais» de comunicação com o Governo bem como a sua continuidade de forma a garantir o prosseguimento dos investimentos. Pedro Paredes salientou ainda a importância da experiência como argumento para votar PS. Referiu ainda que os primeiros quatro anos se destinaram essencialmente a «arrumar a casa» sendo que agora o desafio será centrado na qualidade e não na quantidade.
Alinhando pelo mesmo diapasão, Décio Fava, que também se recandidata de novo, sublinhou a importância da continuidade contra aqueles que foram responsáveis pelo marasmo e imobilismo a que o Torrão esteve votado durante décadas fazendo alusão depois à obra realizada durante este mandato. De referir que todos os oradores foram inumeras vezes interrompidos pelos aplausos da assistência.
A sessão terminou com a chamada de todos os candidatos aos órgãos autárquicos. Os últimos a apresentarem-se foram os candidatos à Câmara, em que Pedro Paredes frisou o desafio que todos terão pela frente.
Um pequeno beberete foi o epílogo de uma noite que enche de espectativa e motivação, as hostes socialistas, para os embates que se avizinham.
A sessão começou com um momento de descontração antes dos discursos da praxe, ao som da música de Abel Fava.
Passando à parte política, Duarte Faria actual Presidente da Assembleia Municipal e de novo cabeça de lista à mesma, iniciou a série de discursos. Começando por, enumerar as medidas mais emblemáticas realizadas durante estes quatro anos, e que enumerou e classificou como «7 maravilhas», referindo a estratégia de desenvolvimento adoptada, o reforço da prestação de cuidados de saúde, os lares de idosos, etc. Fez referência à obra de requalificação da Estrada que liga o Torrão às Alcáçovas e a Odivelas, ao arranque da construção do Centro Escolar do Torrão, prometido vai para quinze anos, à redução do IMI e da Derrama. Depois de concluir aquela que para si é a sétima maravilha, Duarte Faria tirou uma oitava maravilha da cartola, uma maravilha de nome Décio Fava pela sua entrega, abnegação e total disponibilidade, despendendo muitas das suas energias em prole do bem-comum; falando em seguida de outras candidaturas cuja estratégia se centra no imobilismo e no andar para trás.
O senhor que se seguiu foi Eduardo Cabrita, actual Secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, que entre outras coisas, alertou para a catástrofe que seria para o Litoral Alentejano, em particular para o concelho de Alcácer do Sal e para a Freguesia do Torrão, englobada neste concelho, a vitória do PSD no dia 27 de Setembro e a ascenção de Ferreira Leite à chefia do Governo que vai dando sinais preocupantes de querer travar o investimento até agora realizado em várias áreas estratégicas. Salientou ainda que é absolutamente crucial a vitória do PS nas Autárquicas de 11 de Outubro pois a CDU, força do passado, do imobilismo e do isolacionismo não está à altura do enorme desafio que Alcácer e o Torrão terão pela frente nos próximos anos.
Pedro Paredes, que também se recandidata de novo, dando ênfase aos anteriores oradores, refere que é muito importante a vitória do PS nas legislativas, pois é importante «manter os canais» de comunicação com o Governo bem como a sua continuidade de forma a garantir o prosseguimento dos investimentos. Pedro Paredes salientou ainda a importância da experiência como argumento para votar PS. Referiu ainda que os primeiros quatro anos se destinaram essencialmente a «arrumar a casa» sendo que agora o desafio será centrado na qualidade e não na quantidade.
Alinhando pelo mesmo diapasão, Décio Fava, que também se recandidata de novo, sublinhou a importância da continuidade contra aqueles que foram responsáveis pelo marasmo e imobilismo a que o Torrão esteve votado durante décadas fazendo alusão depois à obra realizada durante este mandato. De referir que todos os oradores foram inumeras vezes interrompidos pelos aplausos da assistência.
A sessão terminou com a chamada de todos os candidatos aos órgãos autárquicos. Os últimos a apresentarem-se foram os candidatos à Câmara, em que Pedro Paredes frisou o desafio que todos terão pela frente.
Um pequeno beberete foi o epílogo de uma noite que enche de espectativa e motivação, as hostes socialistas, para os embates que se avizinham.
Apresentação dos candidatos à Assembleia de Freguesia do Torrão, Assembleia e Câmara Municipal - As Fotos
Pedro Paredes, candidato à presidência da Câmara, Eduardo Cabrita, actual Secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, dirigente nacional do PS e candidato a deputado pelo circulo de Setúbal e Décio Fava, cabeça de lista à Assembleia de Freguesia do Torrão
Décio Fava, discursando
Chamada de todos os candidatos à Assembleia de Freguesia do Torrão
Uma perspectiva da assistência que encheu o imponente Salão de Baile da Sociedade 1º de Janeiro Torranenseterça-feira, 15 de setembro de 2009
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